Nota sobre máquinas, cortes e responsabilidade

Este livro nasceu de diários, fragmentos, canções, cartas e

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anotações escritas ao longo de dias comuns e dias impossíveis. Em sua edição, foram usadas ferramentas de inteligência artificial como interlocução crítica: para organizar materiais, testar estruturas, sugerir cortes, aproximar ritmos e provocar novas leituras. Nenhum trecho foi aceito sem curadoria, reescrita e responsabilidade humana. A máquina não viveu o que está aqui. A máquina não amou. Não adoeceu. Não trabalhou. Não esperou os filhos dormirem para escrever. Não sentiu o corpo falhar. Não ficou diante da cidade tentando entender onde colocar uma vírgula. A autoria permanece no gesto de escolher o que fica, o que cai, o que sangra e o que canta.

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